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Pioneira, Claro instala rede 5G na WEG para testar potencial da tecnologia para Indústria 4.0 em ambiente real de produção

Pioneira, Claro instala rede 5G na WEG para testar potencial da tecnologia para Indústria 4.0 em ambiente real de produção

Reprodução

Em mais uma iniciativa inovadora, a Claro está fechando parcerias com clientes corporativos e com empresas do ecossistema de inovação aberta para demonstrar as potencialidades da tecnologia 5G para a Indústria 4.0 e colaborar na criação de novas soluções e produtos. Dentro desta filosofia, a operadora participa do "Open Lab WEG/V2COM", instalando uma rede 5G em uma fábrica da WEG com alto nível de automação em Jaraguá do Sul (SC), em ambiente real de produção. O projeto conta com a participação do BeOn, hub de inovação da Claro, e com a colaboração da Ericsson e da Qualcomm. O "Open Lab WEG/V2COM" é primeiro projeto-piloto viabilizado pelo Acordo de Cooperação Técnica assinado, em novembro do ano passado, entre a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com o objetivo de testar a aplicação da tecnologia 5G em redes privativas para uso industrial. "Somos a operadora que implementará a rede 5G na WEG e liderará o esforço, juntamente com a Ericsson e a Qualcomm, para o desenvolvimento de provas de conceito pioneiras no país", diz o diretor de IoT da Claro, Eduardo Polidoro. "Estamos fortemente comprometidos com a transformação digital e queremos construir, juntamente com nossos parceiros, as oportunidades para entregar não só a conectividade, mas múltiplas soluções de IoT e uma melhor experiência da rede. Entre as aplicações IoT que serão testadas neste projeto, estão leitura e monitoramento de sensores, acionamento remoto de dispositivos baseado na informação dos sensores, aplicações multimídia, controle de robôs e máquinas de forma remota, entre outras. Este projeto reforça a colaboração de longa data entre a Claro e a indústria. Por meio da Embratel, a Claro é um líder no segmento empresarial e corporativo no Brasil", explica Polidoro. Um dos objetivos da parceria é avaliar o desempenho de aplicações IoT utilizando a tecnologia 5G, principalmente a conexão de dispositivos com a rede celular de 5ª geração, avaliando o throughput (velocidade de dados) e latência mais adequados a cada caso de uso. Será feita também a validação da faixa de frequência sub-6 (3.5 GHz), além de testes de integração e interoperabilidade. "As redes 5G irão expandir o mercado celular no segmento IoT industrial, fornecendo novos recursos, como alta confiabilidade e soluções de rede orientadas às necessidades do negócio. As redes LTE disponíveis atualmente já podem servir a muitos casos de uso, ao mesmo tempo em que apresentam um roadmap para 5G que trará funcionalidades adicionais e otimizações para a Indústria 4.0", afirma André Sarcinelli, diretor de Engenharia da Claro. Aplicações industriais da IOT Os testes demonstrarão o potencial das redes 5G implementadas e gerenciadas por uma operadora celular, disponibilizando dados para futuros novos modelos de negócios, como "Rede 5G como Serviço", permitindo às empresas minimizar riscos e custos de implantação da tecnologia em plantas industriais e outros cenários. As operadoras podem aproveitar o espectro licenciado, dedicando uma parte às indústrias em áreas onde o espectro não é totalmente utilizado e aproveitando a experiência na implantação e operação de redes móveis. De acordo com a ABI Reasearch, haverá mais de 4 bilhões de dispositivos sem-fio conectados nas fábricas inteligentes até 2030. Com capacidade de trafegar dados a altas taxas e latência abaixo de 10ms, o 5G é a principal tecnologia para digitalizar centros logísticos, conectar robôs e sensores, automatizar linhas de produção e tornar o ambiente mais produtivo e seguro aos trabalhadores. As redes celulares são ideais para os requisitos de comunicação essenciais para os negócios de fábricas, centros logísticos e outros setores corporativos, bem como para órgãos de segurança pública. A Claro considera que este projeto é mais uma demonstração de que a empresa segue adiante com a estratégia de ser cada vez mais um agente relevante dentro do ecossistema de inovação aberta. O "Open Lab WEG/V2COM" será um grande laboratório para o desenvolvimento de novos casos de uso com foco em Indústria 4.0. A WEG, importante ator dentro da indústria 4.0, utilizará também produtos WEG/V2COM desenvolvidos para conectividade em 5G industrial neste projeto. "Termos a possibilidade de testar em ambiente real de produção uma rede 5G dedicada e privativa operada por um especialista como a Claro nos coloca em posição privilegiada para levarmos soluções de negócio ao mercado de forma mais rápida e mais conveniente", explica Guilherme Spina, Diretor da V2Com, empresa do Grupo WEG. Será utilizado o espectro de frequências abaixo de 6GHz (sub-6) em 3,5GHz, por meio de uma licença de uso científico concedida à Claro pela Anatel. Os testes seguirão as definições do 3GPP (Third Generation Partnership Project), organização internacional responsável por certificar novas tecnologias celulares. Os avanços propostos para a indústria 4.0, como baixa latência (<2ms) e rede ultra confiável (99,9999%), deverão constar da próxima publicação da 3GPP, o Release 16, em 2021. Aspectos técnicos A infraestrutura 5G será disponibilizada e implementada pela Ericsson. "O 5G é a plataforma de inovação mais importante da próxima década, impulsionando a digitalização de toda a sociedade e consolidando a quarta revolução industrial. De acordo com o Global Innovation Index de 2020, os dez países mais bem posicionados no ranking de inovação são também os dez maiores em adoção da tecnologia 5G, ou seja, a quinta geração de tecnologia móvel será fundamental para aumentar a competitividade da indústria brasileira, melhorar a eficiência das empresas e possibilitar o surgimento de novos serviços da economia digital", diz Tiago Machado, vice-presidente de Negócios da Ericsson Brasil. Segundo ele, "como líder global no 5G, a Ericsson trabalha ativamente na orquestração do ecossistema que permita às indústrias aproveitar ao máximo as funcionalidades e benefícios trazidos pelo avanço da tecnologia, por meio de mais de 50 programas de colaboração com operadoras, universidades e líderes do setor em todo o mundo". Os dispositivos protótipos e módulos 5G utilizados serão baseados na plataforma Qualcomm 5G de 2ª geração da Qualcomm Technologies, o Qualcomm® Snapdragon ™ X55 5G Modem-RF System - um sistema abrangente e solução de modem a antena totalmente integrada, que suporta virtualmente qualquer combinação de bandas e operação 5G, projetado para otimizar o desenvolvimento de várias categorias de produtos de banda larga móvel, incluindo soluções industriais. A Qualcomm Technologies também pode contribuir com o projeto fornecendo ferramentas (dispositivos de teste), recursos de engenharia para testes, coleta de dados e análise de protocolo, calibração de RF do dispositivo e testes pré-Anatel para apoiar a homologação e implementações futuras. "Temos o orgulho de colaborar com a Claro, Ericsson e WEG/V2COM neste marco significativo para o Brasil, que é a implantação de uma rede 5G em uma planta industrial. A IoT na indústria está passando por uma grande transformação, o que permitirá benefícios como manufatura flexível, manutenção preditiva e maior eficiência em geral. A conexão 5G conduzirá essa transformação, também conhecida como 'fábrica do futuro' ou Indústria 4.0, para o próximo nível. E a Qualcomm Technologies se orgulha em fazer parte disso, impulsionando a IoT e o 5G por meio de tecnologia, padronização e desenvolvimento de produtos. Fomos pioneiros nos testes de redes LTE para IoT industrial e seguimos colaborando com muitas empresas hoje, preparando o terreno para a transição ao 5G", afirma Fiore Mangone, Diretor Sênior de Desenvolvimento de Negócios da Qualcomm Serviços de Telecomunicações Ltda para a América Latina.

assessoria de imprensa Claro