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CI&T adere ao pacto global Women's Empowerment Principles da ONU

CI&T adere ao pacto global Women's Empowerment Principles da ONU

Divulgação

A CI&T, multinacional brasileira especialista digital para grandes marcas globais, assinou o compromisso público com a Women's Empowerment Principles (WEPs) em prol da equidade de gênero e empoderamento das mulheres. Os WEPs são um conjunto de sete princípios estabelecidos pelo Pacto Global da ONU e pela ONU Mulheres, e são formados por padrões internacionais de trabalho e direitos humanos, reconhecendo a participação e responsabilidade das empresas pela transformação do ambiente de trabalho, do mercado e da sociedade em relação ao tema. Esse compromisso, somando a outras iniciativas já feitas pela companhia, será um guia para os próximos passos em prol da construção de uma cultura e um ambiente ainda mais diverso, inclusivo e com uma voz mais ativa e influente em suas comunidades. A empresa entende que possui um papel fundamental em cada vez mais impulsionar o papel da mulher no mundo da tecnologia, não só promovendo a diversidade dos times da área mas também incentivando para que cada vez mais mulheres possam ter interesse em ingressar nesse universo Para garantir esse direcionamento voltado às mulheres nos times, a CI&T estabeleceu, a partir de um Comitê Executivo interno global formado por 30 mulheres da alta liderança, uma série de ações. Essas iniciativas são norteadas pela métrica de Objetivos e Resultados Chave (OKRs, na sigla em inglês), com a meta de sustentar pilares como contratações, promoções e retenção de talentos. O guia que norteia esse grupo são os sete princípios estabelecidos pela ONU, sempre visando ao aumento da participação feminina nas equipes da companhia. "É importante reforçar o potencial das mulheres no mundo da tecnologia, e acreditar que podemos estar onde nós quisermos. O nosso papel, enquanto mulheres que já conquistamos o nosso espaço na área, é cada vez mais apoiar e ser mentora daquelas que desejam estar no nosso meio, e, assim, termos no futuro 50% das mulheres na tecnologia", afirma Silvana Xavier, head de Transformação Digital da CI&T. Só em 2020, 368 profissionais femininas foram admitidas para atuar em áreas relacionadas à tecnologia. Neste ano, a expectativa é aumentar ainda mais esse quadro. Além disso, a companhia tem buscado cada vez mais proporcionar a interseccionalidade de mulheres da comunidade LGBTQIA+, aumentando a diversidade de mulheres transgênero e lésbicas nas equipes. Dentre as admissões estão pessoas de todo o Brasil, incluindo mulheres em período de gestação/licença-maternidade. Foi o caso da UX Designer Vanessa Cordeiro. A profissional foi contratada pela CI&T durante a pandemia, mesmo estando em licença maternidade. Vanessa temia pela não continuidade nas etapas de seleção quando abrisse esse “detalhe” no processo de recrutamento. Para a surpresa dela, a profissional foi acolhida e hoje faz parte do time. Além de Vanessa, outras mulheres passaram a compor o time de tecnologia da empresa. Como Marilene Lourenço, contratada para atuar na operação de Belo Horizonte como Analista de Qualidade de Software. Negra e ativista, Marilene viu na CI&T uma empresa com cultura centrada nas pessoas, na diversidade e no respeito. A CI&T também tem apoiado mulheres em transição de carreira para a tecnologia. Exemplo disso foi a parceria com a Laboratória, organização social que tem por objetivo desenvolver habilidades técnicas e socioemocionais na formação de mulheres para atuarem como desenvolvedoras. Taís Assad, Business Director da CI&T há 15 anos, conta que a companhia está aprendendo muito sobre diversidade e inclusão com estas ações. "Uma delas é o desafio de trazer mulheres para a tecnologia. A gente acredita que muito mais do que contratar, nós precisamos também incluir", afirma

assessoria de imprensa CI&T