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Plataforma Reserva Ink cresce 4.800% na pandemia

Plataforma Reserva Ink cresce 4.800% na pandemia

Divulgação

Em fevereiro, a Reserva, marca de roupas masculinas, lançou a Reserva Ink, plataforma que dá oportunidade para pequenos empreendedores que querem começar a carreira na moda. Inicialmente, o site estava fechado para 25 convidados que estrearam o serviço, porém com a pandemia, a empresa decidiu adiantar a abertura da plataforma e liberaram um período de 40 dias grátis para ajudar pessoas que tiveram suas rendas afetadas pelo isolamento social. A estratégia foi muito bem recebida e a plataforma conquistou 1.200 assinantes até agora, produzindo mais de 8 mil peças desde o seu início. O cofundador da marca, Arturo Edo, explica que a expectativa era abrir a ferramenta aos poucos e terminar o ano com 300 clientes, porém com as mudanças tomadas a expectativa agora é terminar 2020 com faturamento de 8 milhões de reais. Pagando uma mensalidade de R$ 129, ou R$ 99 no plano anual, o empreendedor pode montar sua loja online disponibilizando suas artes e uma vez criadas, a fabricação, logística e o estoque ficam todos por conta da Reserva Ink. Além disso, a plataforma fica com R$ 59 de cada camiseta vendida. Qualquer valor acima disso é repassado para o empreendedor. "O sistema divide o valor automaticamente. Ele consegue rodar um negócio sem precisar do capital de giro", explica Edo. Um dos empreendedores que viu na Reserva Ink uma oportunidade para garantir a renda no período de pandemia foi o Yuri Galvão. Morador de Natal (RN), ele administra uma página no Instagram sobre cavaquinho e Samba desde 2017. O perfil, Blog do Cavaco, começou como hobby, mas com o crescimento ele percebeu que esse poderia ser um bom segmento para empreender. Foi então que ele produziu 30 bonés sobre o tema e em menos de uma semana vendeu todas as unidades. Depois disso, ele decidiu investir na fabricação de outros acessórios e camisetas temáticas. "Era muito difícil alinhar a demanda aos fornecedores. Eu queria agregar todos os públicos, então tinha do PP ao GG, mas sempre sobravam camisetas. Tinha meses em que a gente vendia cinco G e sobravam dez M, por exemplo." No ano passado, ele resolveu focar apenas na venda de bonés e instrumentos musicais de sua marca própria, como os próprios cavaquinhos e banjos. No início deste ano, Galvão assistiu uma live do Grupo Reserva explicando sobre o lançamento Reserva Ink e resolveu pesquisar mais a respeito. Agora, com os eventos ainda sem data para voltar, a venda de camisetas representa cerca de 45% do que ele fatura na empresa. "É um facilitador em todos os sentidos. Eu não preciso lidar com fornecedores e burocracias, focando na parte mais importante do negócio que é garantir as vendas."

Assessoria Reserva