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Três quartos dos consumidores brasileiros evitariam comprar de marcas acusadas de trabalhar com fornecedores antiéticos
Uma nova pesquisa da OpenText revelou que três quartos (72%) dos consumidores brasileiros nunca mais comprariam de uma marca se ela fosse acusada de trabalhar com fornecedores antiéticos. Em vez disso, eles procurariam encontrar uma marca alternativa que se envolvesse na compra responsável. Os resultados da pesquisa também destacam que a pandemia deixou os consumidores mais conscientes do impacto de suas compras: pós-pandemia, 96% dos consumidores planejam priorizar a compra de empresas que deixam claro que possuem estratégias de compras éticas; isso se compara com 89% que disseram que antes da pandemia, priorizaram a compra em empresas com tais estratégias em vigor. Os novos dados - de uma pesquisa com 2.000 entrevistados brasileiros - destacam a importância das marcas em garantir de forma proativa que todos os fornecedores de sua cadeia de suprimentos operem de forma ética. A pesquisa considerou até que ponto as práticas de negócios ambientalmente sustentáveis ​​e socialmente responsáveis ​​são importantes para o público brasileiro e influenciam seu comportamento de compra. Negócios para cadeias de abastecimento éticas Mais da metade (57%) dos consumidores brasileiros julgam uma marca não apenas com base em suas ações, mas também nas ações de seus fornecedores. Na verdade, os consumidores valorizam tanto a compra de marcas éticas que quase nove em cada dez (87%) estão dispostos a pagar mais se puderem ter certeza de que um produto foi obtido ou produzido de forma ética. Metade (50%) está disposta a gastar entre 25% e 50% a mais naquele produto. A compra de itens de origem ou produção ética é importante para 90% dos consumidores brasileiros, embora um em cada cinco (20%) admita que só começou a fazer diferença para eles no último ano. A maioria (89%) dos consumidores brasileiros está até disposta a comprometer a conveniência, como aceitar uma entrega mais lenta, se puderem ter certeza de que um item foi comprado ou produzido de forma ética. Três em cada cinco (60%) concordam que optariam apenas por isso às vezes ou por determinados itens, mas quase um terço (29%) está sempre disposto a fazer esse acordo. “Criar uma cadeia de suprimentos ética exige visibilidade de todos os fornecedores”, explica Roberto Regente Jr., vice-presidente da OpenText para a América Latina e Caribe. “O consumidor com preocupações éticas está exercendo mais controle sobre seu poder de compra. As marcas não podem mais alegar que agem com responsabilidade se não tiverem visibilidade de suas operações ou das de seus fornecedores”. Crescente demanda por princípios éticos de negócios Ao fazer compras online, 70% dos consumidores brasileiros agora fazem um esforço consciente para comprar itens de origem local ou produzidos para apoiar as empresas locais e reduzir sua pegada de carbono. Mais de quatro em cinco (83%) consumidores brasileiros concordam que as empresas têm a responsabilidade de garantir que seus fornecedores cumpram um código de ética. Três quartos (75%) acreditam que as empresas que não conseguem monitorar de onde seus produtos vêm e não sabem se os fornecedores estão comprando produtos de forma ética precisam repensar sua cadeia de suprimentos. Maior foco na transparência e responsabilidade Quatro em cada cinco (80%) consumidores brasileiros concordam que o governo deve introduzir regulamentação que responsabilize mais as empresas pela compra responsável. A maioria (91%) também acha que os varejistas on-line devem marcar claramente se os produtos são fornecidos de forma ética ou não, sempre que possível. Quase nove em cada dez (86%) admitem que saber de onde um produto se originou ou de onde as peças são obtidas é importante para sua decisão de compra. Para 60%, essa informação sempre ou frequentemente afeta sua decisão de compra. “Para construir uma cadeia de suprimentos ética, uma organização deve ter acesso a informações em que possa confiar”, comenta Marcelo Cesário, gerente sênior de marketing de produto da OpenText para a América Latina. “Ter uma visão de cada parte da cadeia de suprimentos não apenas ajuda as empresas a corresponder às expectativas dos clientes em processos de negócios éticos, mas também lhes permite demonstrar como estão fazendo isso. Ao implantar uma plataforma de integração baseada em nuvem única e unificada, as organizações podem digitalizar o fluxo de dados e transações entre todos na cadeia de suprimentos para total visibilidade e transparência”. “Em última análise, as organizações também precisam garantir que, uma vez que tenham visibilidade de seus fornecedores, só trabalhem com aqueles que possam demonstrar suas qualificações éticas, desempenho e conformidade”, conclui Cesário. “Isso é vital para atender à crescente demanda dos clientes por estratégias de compras éticas e responsáveis.” Visite nosso site interativo onde você pode baixar nosso white paper sobre as descobertas da pesquisa e o que elas significam para as organizações. Clique aqui para acessar as respostas da pesquisa por país ou visite nosso site para saber mais sobre como a OpenText pode ajudar sua organização a criar mais responsabilidade e cadeias de abastecimento sustentáveis. ~ fim ~ Metodologia Esta pesquisa foi conduzida pela 3Gem em abril de 2021. Encomendada pela OpenText, 27.000 consumidores foram pesquisados ​​anonimamente em todo o mundo, no Brasil, Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Itália, EUA, Canadá, Japão, Índia, Austrália e Cingapura. A pesquisa brasileira entrevistou 2.000 entrevistados para descobrir as perspectivas dos consumidores em relação ao abastecimento ético, transparência de marca e cadeias de abastecimento éticas. Sobre a OpenText A OpenText, que tem como marca registrada o termo “A Companhia da Informação” (The Information Company™), permite às organizações obter insights por meio de suas soluções de gestão da informação que são líderes de mercado, seja em sua infraestrutura de tecnologia da informação física, seja na nuvem. Para mais informações sobre a OpenText (NASDAQ: OTEX, TSX: OTEX), visite www.opentext.com Sobre a OpenText Brasil A unidade de negócios brasileira da OpenText teve início em 2009 em função da aquisição da Vignette. Hoje opera localmente com cerca de 150 pessoas. A empresa atende a seus clientes tanto com um time de vendas diretas como por meio de um ecossistema de parceiros. Com sede em São Paulo e possui alianças estratégicas com SAP, Google, Microsoft e Salesforce. Em 2020, suas soluções para enfrentar o vazamento de dados, assim como para preveni-los ganharam destaque no Brasil. Nesse ano a OpenText foi nomeada Líder no quadrante de Data Leakage / Loss Prevention do ISG Provider Lens™ Cyber Security – Solutions & Services no país.
Fonte: siraanamwong