Credítos: prostoleh
Nova campanha da Órigo coloca as mulheres na pauta da energia solar e convida a imaginarmos o mundo sem elas.
Ninguém consegue imaginar um mundo sem as mulheres. Mas a nova campanha “Um Mundo sem Mulheres”, da Órigo Energia (link), topou o desafio! Durante todo o mês em que é celebrado do Dia Internacional da Mulher, a líder em geração compartilhada de energia no país, que gera energia solar em fazendas solares e a distribui entre residências e pequenas e médias empresas, vai compartilhar conteúdos que mostram os impactos ambientais e econômicos de um mundo sem a presença feminina. E as histórias são muitas; afinal, como a campanha se propõe, um mundo sem as mulheres é sem energia e sem sol! Sob a voz da jornalista e influenciadora mineira Maíra Lemos, a campanha criada pela agência Jüssi, com supervisão de conteúdo de Ronaldo Peranovich e conceito criativo desenvolvido pela analista de conteúdo, Marcela Rossiter, vai colocar em pauta também a diversidade na Órigo e a representatividade feminina na companhia, que é atualmente de 50%. “A Órigo, desde o início da sua operação, atua em um mercado sustentável que tem um propósito de buscar um mundo melhor para as futuras gerações não apenas na conservação dos recursos naturais, mas também um mundo melhor e mais equitativo, com oportunidades para homens e mulheres, mesmo no segmento de energia que, de modo geral, ainda é predominantemente masculino”, comenta a CMO da empresa, Tatiana Fischer, uma das mulheres que ocupam um cargo de liderança. Mas quem já segue as redes sociais da Órigo Energia percebe que as mulheres que atuam na empresa, seja na liderança ou na construção das fazendas solares (sim, elas estão em todos os lugares...), são as protagonistas de suas próprias narrativas, as quais são compartilhadas com o público em vídeos postados nas páginas da empresa. Mas, quando se juntam, elas formam uma massa crítica que contribui para a construção de uma narrativa maior na força de trabalho à medida que conectam as suas trajetórias profissionais a uma empresa com o propósito sólido de democratizar o acesso à energia solar, limpa, e gerar benefícios ao planeta e à economia das famílias, já que os clientes da Órigo têm acesso a descontos na conta de luz. E o público perceberá ainda um conteúdo totalmente conectado ao tema central definido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para celebrar o Dia Internacional da Mulher esse ano, que é a “Equidade de gênero hoje para um amanhã sustentável”. “Com esse tema, a ONU informa que ‘o objetivo é reconhecer a contribuição de mulheres que lideram a tarefa de adaptação às mudanças climáticas para construir um futuro mais sustentável para todas as pessoas e para o planeta’. E é motivo de muito orgulho saber que a Órigo participa ativamente dessa narrativa, seja pelo seu negócio ou pela equidade de gênero promovida desde o início da sua operação”, comenta Tatiana, que completa: “É justamente sobre isso que queremos conversar com a sociedade, oferecendo um serviço fundamental aos clientes a um preço acessível e, melhor, que contribui para conservar a natureza e melhorar a qualidade de vida em nosso planeta”. Energia solar -- participação fundamental das mulheres desde o início! Um ponto importante a ser considerado, inclusive, é que sem as mulheres a própria Órigo não existiria. Como em seu modelo de negócio os clientes adquirem pacotes da energia solar gerada em fazendas solares (como uma assinatura de tv a cabo ou telefone, por exemplo), essa inovação jamais seria possível se uma mulher não tivesse participado do desenvolvimento de sistemas de armazenamento térmico solar. Em 1940, a cientista húngara-americana Mária Telkes criou um projeto em parceria com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA) para a captura e armazenamento da luz solar para gerar energia e, em 1953, passou a se dedicar a um laboratório totalmente voltado a pesquisas ligadas à energia solar na Faculdade de Engenharia da Universidade de Nova Iorque (EUA). Além de impulsionar a energia solar em todo o mundo, Mária Telkes abriu caminho para que hoje, segundo dados da Unesco (agência da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura), 30% dos cientistas do planeta sejam mulheres, um número que pode ainda ser baixo, mas que é crescente em termos de quantidade, representatividade e em importância para o avanço da sociedade. Órigo e as “Mulheres de Origem” Um projeto de grande sucesso da Órigo é o “Mulheres de Origem”, que incentiva o trabalho feminino na construção de fazendas solares. Lançado em 2021 na região de Papagaios, em Minas Gerais, o projeto mobilizou as mulheres para atuarem na construção das fazendas solares, em unidades onde a site manager e a coordenadora de equipe também eram mulheres. “O foco do projeto é oferecer muito mais do que uma ocupação. Proporcionamos uma oportunidade às mulheres de se reinventarem e aprenderem uma função que nunca imaginariam exercer. O resultado disso foi um trabalho extremamente eficiente, detalhista, obras mais limpas e organizadas e mulheres que se tornaram protagonistas de suas vidas e carreiras”, detalha Tatiana.
Fonte: Por Assessoria