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Tecnologia e sofisticação em operações são as apostas do varejo para simplificar a distribuição de produtos
Alcançar uma maior eficiência nas operações e a simplificação na distribuição de produtos ainda é um dos grandes desafios das empresas de todos os portes. E é justamente um processo otimizado que garante a distribuição eficaz de produtos ao consumidor, além de colaborar para o alinhamento e integração da produção e dos estoques às exigências de um mercado cada vez mais competitivo e tecnológico, segundo o Grupo BITTENCOURT, consultoria especializada no desenvolvimento, gestão e expansão de redes de negócios e franquias. Diante desse cenário, entender as novas tendências e implementar operações mais tecnológicas e sofisticadas são, sem dúvidas, ações primordiais para atender às necessidades do mercado consumidor. Os gestores precisam aproveitar as oportunidades que a tecnologia oferece e adotar as ferramentas necessárias para alcançar um bom desempenho, de acordo com Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT. “É uma necessidade atual das empresas simplificar a loja do balcão para frente e ter uma estrutura bastante sofisticada e tecnológica do balcão para trás, portanto é papel dos gestores implementar o uso da tecnologia, que favorece principalmente a diminuição dos custos operacionais e garante uma maior conveniência para o consumidor final”, complementa. Novo papel das lojas físicas Outro ponto destacado pela especialista é o novo papel que as lojas físicas passaram a ter durante a pandemia e que no pós-pandemia tende a perdurar para otimizar a distribuição das compras online: a transformação de pontos de vendas, de diferentes regiões do país, em hub para entrega de produtos. O ‘ship from store’ trata as lojas como mini centros de distribuição, ou ainda, como pontos de retirada de produtos (estratégia que atende a uma necessidade do consumidor de não pagar o frete e que possibilita vendas adicionais) e também a criação de lojas menores que servem como guide-shops -- onde o cliente escolhe na loja, mas a compra é feita online e a entrega é feita no local de sua conveniência -- o que diminui a ausência dos produtos desejados pelo consumidor em razão da ruptura do estoque afinal, no online a “prateleira é infinita”. “Os hubs permitiram agilidade na entrega e resultados positivos para as lojas. Além disso, a experimentação de novas formas de atendimento, de novos canais mesmo que acionados pelo “modo de sobrevivência” da pandemia foram importantes para mostrar que é possível mudar e ser ainda melhor do que se imaginava ser”, finaliza Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT.
Fonte: Assessoria