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Maioria dos CEOs espanhóis confiam no crescimento de suas empresas, diz KPMG

Maioria dos CEOs espanhóis confiam no crescimento de suas empresas, diz KPMG

Gerd Altmann por Pixabay

Um terço (32%) dos CEOs espanhóis estão mais otimistas com o crescimento da economia global nos próximos três anos, mesmo número do que estão mais pessimistas (32%) e indicador semelhante (37%) aos que estão com o mesmo otimismo, na comparação das expectativas apresentadas em janeiro e fevereiro com o que foi apurado em julho e agosto, já sob os efeitos da pandemia. Sobre o crescimento do setor de atuação de suas empresas, 23% estão mais pessimistas, 22% estão com o mesmo otimismo e 55% estão mais otimistas. Em relação ao crescimento das empresas que lideram, 17% dos CEOs espanhóis estão mais pessimistas, 16% estão com o mesmo otimismo e 67% estão mais otimistas. Essas são algumas das conclusões da pesquisa CEO Outlook 2020, conduzida pela KPMG com 51 CEOs espanhóis e 1.300 CEOs de todo o mundo. "A pandemia redefiniu o que é considerado uma boa liderança. Com a saúde das pessoas como prioridade, os CEOs estão tomando as medidas necessárias para garantir a continuidade dos negócios neste momento de grande incerteza. Além disso, pensando na necessidade de crescimento das operações, estes executivos não tomaram apenas decisões para responder à crise atual, mas também para estimular o crescimento a longo prazo" afirma Fernando Roscini, sócio-líder do Spanish Desk da KPMG no Brasil e América do Sul. O conteúdo também revelou que a maioria dos CEOs (80%) afirmaram que a pandemia acelerou a transformação digital de seu modelo operacional, com 30% garantindo que atualmente são anos para à frente do que eles esperavam antes da pandemia. A questão das prioridades também ficou evidente na pesquisa, com os CEOs espanhóis indicando que estão aumentando os esforços em transformação para desenvolver os recursos que permitem que as empresas que lideram cresçam no futuro. Os critérios ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) também foram destacados na pesquisa. A maioria (71%) dos entrevistados indicam que visam consolidar as conquistas relacionadas com as mudanças climáticas que alcançaram durante a pandemia e 65% destacaram que a gestão de riscos relacionados ao tempo será relevante para manter sua posição nos próximos cinco anos. Sobre os empregos no futuro, 77% garantiram que continuarão a promover o uso de ferramentas digitais de colaboração e comunicação e 73% afirmaram que o teletrabalho permite o acesso a uma base maior número de candidatos. Em relação à cadeia de suprimentos centrada no cliente, 67% dos CEOs espanhóis apontam que tiveram que repensar sua cadeia de suprimentos devido à interrupção causada pela pandemia e com a fim de aumentar sua agilidade quando satisfazer as necessidades do cliente. De acordo com a pesquisa, as empresas terão, portanto, que repensar sua estratégia de atração de talentos, bem como o uso que fazem de seus escritórios. Outro dado é que, de acordo com as conclusões do conteúdo, os riscos relacionados ao talento são o principal desafio para o crescimento das empresas após a pandemia, junto com a manutenção da cadeia de suprimentos e um possível aumento do protecionismo. Os altos executivos das empresas respondentes também abordaram a questão da busca de propósitos e da abordagem de desafios que a sociedade enfrenta. No início de 2020, 65% dos entrevistados indicaram que a sociedade exigiu que as empresas contribuíssem para enfrentam desafios comuns. Na Espanha, 86% dos CEOs se consideravam pessoalmente responsável por promover mudanças na sociedade. Na pesquisa realizada entre julho e agosto, 81% declararam ter introduziu medidas antirracismo. O conteúdo está disponível na íntegra no link - https://home.kpmg/content/dam/kpmg/es/pdf/2020/09/ceo-outlook-2020-covid-19.pdf.

assessoria de imprensa KPMG